Hoje cheguei à conclusão que nós os três temos um grave defeito no que diz respeito a horários, pois mais uma vez não conseguimos acordar à hora prevista e lá se foi o encontro com o Prof. Rudy para resolver a nossa situação. Ainda por cima o homem ligou-nos mas como é óbvio o telemóvel não se ouviu, conclusão mais um dia jogado ao alto! Sendo assim e visto não termos o que fazer e, estarmos com aquela fome de quem se levanta a horas de almoço decidimos seguir a dica da Rita e dirigimo-nos ao centro para almoçar num Restaurante típico aqui da Cidade. Sergiana de seu nome, é um local em nada vulgar, tipicamente decorado à era medieval com umas quantas salas metidas no subsolo mas sem dúvida fantástico. Os empregados estão vestidos a rigor, e a música é toda ela dessa época. Sentámo-nos numa das salas e pedimos pratos típicos que após uma sopa inicial nos deixaram completamente enfartados. Eu como gosto de experimentar tudo o que é diferente, pedi o prato típico daqui Sarmale, carne picada enrolada em couve acompanhado por polenta, confesso que não sei bem o que é mas parece puré de farinha de trigo ou algo semelhante, o que interessa é que estava sem dúvida divinal, assim como os pratos dos rapazes que não arriscaram tanto mas que fizeram na mesma boas escolhas.


Após este belo repasto e visto estarmos completamente cheios demos uma pequena volta pelo centro para comprar uns postais, mas o tempo estava a ficar carregado e o frio que se sentia era algo que n se aguentava, então fomos poisar ao Dean’s onde estivemos o resto da tarde.
Enquanto lá estávamos começou a nevar, não em grande intensidade, mas daquela neve que já deixa rasto… Mais uma vez ficamos super animados pois é extremamente agradável ver este feito da natureza. Quando abandonámos o Pub já se viam carros com camadas de neve e os jardins e árvores já estavam todos branquinhos. À chegada a casa começou a nevar com maior intensidade mesmo assim eu e o alenta fomos à procura dos correios e ao Magnólia (Shopping center) nessa altura já se viam cair farrapinhos brancos. Deu para ficarmos todos cheios de neve nos casacos e as ruas já tinham camadas brancas, os jardins, os carros, enfim tudo o que servisse de poiso à mesma. A noite foi caindo sobre a cidade e a neve lá se foi apaziguando, contudo cada vez que íamos à janela e olhávamos para a rua via-se tudo coberto de um manto branco, algo bonito e que infelizmente não estamos habituados a ver no nosso país…
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