sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Noite dos Estudantes no Club Bulevard!






Como era de prever, a tentativa de perceber os horários das aulas não foi feita mas sei perfeitamente que caso a tivéssemos feito ia dar em nada, sendo assim levantámo-nos cedinho na terça para ir directos à faculdade procurar o nosso querido Rudy e pedir ajuda… O homem é mesmo desorientado da vida, mandou-nos esperar uma hora e pronto tivemos de andar a percorrer a escola a ver se encontrávamos alguém do nosso curso, que nos ajuda-se mas parecia um bocado deserta e as pessoas com quem falamos de nada ajudaram. Tenho a dizer que contrariamente a tudo o que temos visto na cidade, a comunidade escolar foge à regra, meninas bonitas contam-se pelos dedos das mãos, como diz o alenta é só Ferraços, e rapazes tem todos, aspecto de trabalhadores das obras para além de serem uns meninos no que respeita a idade. Decidimos então tentar fazer o horário e fomos tirando umas informações para uma folha mas que de nada serviu, pois qd o Rudy chegou explicou-nos que havia aulas q só se davam em semanas pares, outras em semanas impares, cada uma era dada por um professor, daí termos de fazer o horário consoante o professor que dá a aula, uma real confusão. Ficou-nos retida uma boa noticia as aulas teóricas que maioritariamente são as que começam às 7h30 da manhã não são obrigatórias e são dadas em romeno, ou seja, tenho a certeza que não vamos lá por os pés muitas vezes, o que pode ser mau, mas pior ainda é ter aulas a horas em que se deve estar a rebolar na cama, esta gente é tolinha, onde é que já se viu começar a levar com matéria logo de madrugada. Eu até gostava de ver este sistema na Esac, começar às 7h30 a ouvir o Sandochas… dass, que até dá medo!!!!!
Conclusão mais um dia sem assistir a uma aula, pois n se percebeu um caraças do horário e ainda não estamos matriculados. Seguiu-se uma tardada de net no Dean’s e voltámos para casa cedo pois tínhamos de jantar e preparar-nos para ir beber um copo ao bar dos estudantes com as moças que tínhamos conhecido na escola. O alenta foi o cozinheiro de serviço preparou aquilo a que se pode chamar uma comidinha boa para forrar o estômago pois adivinhava-se uma noite de grande ingestão de álcool e como tal era necessário comer bem. O jantar foi acompanhado por uma garrafa de tinto português oferecida pelos amigos do Ricardo e outra que compramos de vinho romeno. Escusado será dizer que entornamos as duas garrafas num abrir e fechar de olhos, no meio de cantorias e brindes típicos dos lerfitos. Ao fim de jantar já o tico e o teco andavam à bulha nas nossas cabeças saímos de casa com direcção ao bar dos estudantes, o Club Bulevard. Aí encontramos as meninas que tínhamos conhecido na faculdade, 2 gémeas que pensávamos serem do nosso curso, mas que afinal são de Letras e uns amigos delas, todos estudantes mas nenhum da nossa faculdade. Eu finalmente tive de puxar pela maça cinzenta e lá fui mandando uns bitaites em inglês para poder comunicar com eles, se me entendiam ou não n sei, mas acho que se consegui manter um diálogo positivo. Todos eles se admiraram da nossa vinda para cá, dizem que não se percebe termos escolhido um país como a Roménia, que não é nada usual pessoal de países como Portugal virem para cá. Provavelmente a ideia deles do nosso Portugal é como a que nos tínhamos da Roménia antes e vir para cá, nós achávamos que isto era uma miséria e é totalmente o contrário, eles acham que Portugal é um luxo e estamos cada vez mais miseráveis.
A noite foi mais uma vez regada por vodka redbull, que é actualmente a nossa bebida de eleição, e muita dança. Mais uma vez a música que passou foi sem dúvida propícia a uma grande folia, nesta discoteca porém há uma coisa engraçada, para além do DJ, existe uma animador q vai mandando gritos e frases a meio das músicas de maneira a por todo o pessoal em delírio. E porque a noite era de diversão o Ricardo não teve meias medidas e chegou-se ao pé do animador e disse que estavam ali 3 estudantes de Portugal. Logo no momento seguinte começa o gajo a gritar por Portugal, foi sem dúvida um momento lindo, nós os três no meio de tanta gente a delirarmos com a cena… Decididamente estou com a sensação e que vamos fazer furor por estas bandas!!!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O suposto 1º dia de aulas








Ao fim da primeira semana em Brasov e após inúmeras peripécias e acontecimentos sem dúvida interessantes, chegava-se a hora de começar as aulas. Como é lógico e porque ainda n tínhamos bem definidas as disciplinas e os horários tivemos de nos dirigir novamente ao Prof. Rudy na esperança que ele nos dissesse o que fazer e sobretudo quais eram os nossos horários. Mas não aconteceu o previsto, este senhor gosta pouco de trabalho, pois após uma visita ao seu gabinete, devo dizer que é numa casita toda velha e que como anda em obras está um caos, ele lá nos deu indicações de como eram os horários e logo ai vimos que não iríamos perceber um milésimo daquilo porque n é nem de perto nem de longe compreensível, ou então somos nós que estamos habituados a coisas simples. Disse para irmos tentar fazer os horários e que voltássemos no dia seguinte, a esta altura e porque por mais que não pareça preocupamos com a escola, ficamos chateados, pois o dever dele era acompanhar-nos e ajudar-nos visto n sermos de cá e ele ser o responsável pelos Erasmus… ele lá nos levou à zona onde estavam afixados os horários, apresentou-nos um alemão que tb está a fazer Erasmus e deixou-nos ali para ver se fazíamos o horário. Após várias tentativas de tentar tirar alguma informação daquela confusão toda, o alenta resolveu que o melhor era tirar umas fotos aos placares e depois em casa tentaríamos perceber aquela mega confusão. Este esquema foi porque contrariamente à nossa ESAC aqui os horários não estão disponíveis nem na net, nem para fotocopiar a única hipótese mesmo é, estar de frente ao placar onde estão afixados e copiar a informação.
O alemão disse-nos logo que a faculdade é muito desorganizada e que o Rudy é um homem porreiro mas super confuso e que nem sempre faz o que é de seu dever, ao menos já ficamos a saber o que nos espera. Entre esta conversa o Ricardo perguntou-lhe como eram as mulheres por estas bandas e pela escola, mas o moço retorquiu logo que n se interessava por mulheres mas sim pela Floresta e os animais, ora cá está um Eng. Florestal com futuro, todo o seu ser está ligado à natureza, não é como nós que só queremos noite, vinho para cabaça e muita farra, agora só falta dizer tal e qual os velhotes, “Esta juventude está perdida”…
Bem decidimos então dar um giro pela faculdade para ver se encontrávamos alguém do nosso curso, mas também n tivemos grande sorte, apenas encontramos umas moças com as quais metemos conversa e se mostraram bastante simpáticas, a conversa como é lógico não foi sobre aulas, curso ou outra coisa ligada à escola mas sim sobre bares onde iam os estudantes. Disseram-nos que costumavam sair à terça e quinta, tal e qual na nossa Coimbra, sendo assim marcamos logo um encontro para sair com elas na terça. Passamos a tarde pelo Dean’s, já poiso habitual onde conhecemos 2 franceses de Erasmus que tinham chegado no domingo, eu fiquei super contente pois já há aqui alguém com quem posso comunicar em francês e não em inglês como tem sido ultimamente. Trocámos logo números de telefone para marcar uma saída todos juntos. Ao fim da tarde qd nos dirigíamos para a praça de táxis aconteceu algo bastante engraçado, passam 3 meninas por nós e uma dela vira-se e diz: “Olá António” (com uma pronuncia romena, claro) o alenta ficou admirado e nós tb porque não conhecíamos as moças, certamente são das mtas pessoas que ele já conheceu no Tequilla ou noutro bar onde tenhamos ido, sabe-se é que ele já anda a pontuar por terras romenas.
De regresso a casa e após passarmos na imobiliária para tratar de cenas do apartamento decidimos ir jantar uma sopinha a um restaurante muito bom onde tínhamos ido anteriormente, comemos a bendita sopa que apesar de ser óptima nada se assemelha à sopa da mamã sempre com aquela carninha para acompanhar, e ainda um peixinho que isto de comer só carne faz mal à saúde. Regressamos finalmente a casa e após umas horas de descanso onde eu me armei em dona de casa e tive a passar roupa enquanto os homens jogavam FM fomos em direcção ao centro para beber o cafezinho da praxe. O já habitual Sallon estava fechado e então fomos conhecer algo novo, geladaria Fantasia foi o local escolhido, onde saboreamos um belo cocktail e passamos uns momentos de conversa. Concluímos ao fim da noite que segunda-feira não é decididamente noite para sair, pois não se viu ninguém nas ruas e os sítios se não estavam desertos, estavam cheios de casalinhos.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Domingo de descanso…


O nosso primeiro domingo passado em terras romenas foi sem dúvida calmo e sem grandes acontecimentos para referir. Levantamo-nos já depois da hora de almoço pois afinal tínhamo-nos deitado à hora em que o galo canta. Eu decidi preparar uns ovos mexidos para pequeno-almoço e almoço e dp de pc’s às costas seguimos para o centro onde todo se passa… Mais uma vez e como já é hábito passamos a tarde a comunicar com os amigos que estão longe no Dean’s pub. Comemos por lá uma sopa, esquisita por sinal, para ser sincera aquilo era um caldo com um bocado de uma coisa branca que nem sei se é pão, queijo ou outra coisa qq, mas tb n interessa, come-se e pronto. Após a sopinha seguimos para o Sallon beber o cafezinho da praxe, que é sem dúvida uma merda, aqui até o café do Bar da Olga da Esac é melhor, e regressámos a casa cedo pois na 2ª teríamos de ir para a escola cedo… Bem, tenho a dizer que no Sallon existe um filho da mãe de um empregado que só nos apetece dar-lhe murros na cabeça, antipático e estúpido que até enjoa, o alenta ainda lhe manda umas bocas em português e como ele n percebe é a nossa forma de o estimar mal, os pedidos são do tipo, “Oh paneleiro a nossa conta” ou “obrigada cabrão” nestas alturas eu tenho de me conter para n dar alta gargalhada, mas só assim podemos tratá-lo da mesma maneira que ele nos trata e nem sabemos até que ponto ele n faz o mesmo na língua dele.
De regresso a casa decidimos ver um filme para passar o tempo, pois a tv apesar de ser por cabo n dá nda de jeito e mesmo a Rtp i só passa cenas foleiras, tipo programas de emigrantes, telenovelas como “Olhos d’água” enfim… Como é sabido pela maioria das pessoas q me conhece bem eu detesto filmes de terror ou parecidos, mas isso aqui já vi q n vale de nda, decidiu-se ver o “Efeito Borboleta” filme daqueles que come as cabeças e tem cenas 1 bocado fora. Passei o tempo todo com o carapuço na cabeça para n ver nda, mas a meio do filme começamos a ouvir um barulho esquisito e pronto mais uma história do alenta. Começou logo a dizer que estava um gajo no armário, o Ricardo a dizer que parecia bicho da madeira, enfim, mais valia ver o filme do que ouvir estes gajos… Ainda n sabemos que barulho é mas certamente é algo nos canos ou assim… Apesar de querermos deitar-nos cedo isso já não foi possível e eu nada importada, até parece as noites na Republica do Bananas sempre até altas horas!!!!

Tequilla Bowling again....








Eis que chegou o fim-de-semana e quando supostamente devíamos estar na escola para resolver os assuntos do plano de estudos, ainda estávamos a descansar o esqueleto pois a noite tinha sido dura… isto também só neste país para uma escola estar aberta ao sábado, mas lá conseguimos despachar-nos e seguir rumo à faculdade para falar com o prof. Derczeni, ou melhor Rudy como o mesmo fez questão que o chamássemos. Bem, após uma conversa nada demorada mostrou-nos as disciplinas que deveríamos trocar e ficou marcado que na 2ª feira iríamos inscrever-nos, fazer horários, etc, mas provavelmente só teríamos a nossa situação resolvida para o fim da semana, que chatice, teremos de passar mais uns dias de boa vida… A tarde foi passada pelo já habitual café Dean’s na internet. Ao fim da tarde regressámos a casa e então preparei a primeira refeição caseira para nos deliciarmos após tantas idas a restaurantes, pizzarias e Mac donald’s. Bem o que saiu n foi propriamente a melhor das minhas especialidades mas com as condições presentes confesso que até se comeu bem, acompanhou-se a refeição com uma garrafada de cerveja de 2L que nos custou a módica quantia de aproximadamente 2€, e que por sinal é bem boa… Após o repasto já tínhamos decidido que o destino de saída seria novamente o Tequilla Bowling, visto que o nosso amigo Adrien nos tinha dito que ia para lá e teria uma mesa reservada. Sendo assim e pq o sitio o merece tivemos de nos “impiriquitar” todos e sair cheios de pinta para uma noitada, mas como ainda era cedo tivemos de ir a outro local antes, e pronto aterramos no Sallon onde bebemos umas caipirinhas e caipiroskas, bem servidas e a preço acessível que é o que se quer… Seguimos então para o Tequilla que estava mais cheio do que na noite passada. A meio da noite e depois de umas vodkas bebidas já o Ricardo e o Alentejano tinham estabelecido contacto com algumas pessoas, rapazes e raparigas, um moço mete-se com o alentejano a perguntar se estava td bem, ele ficou admirado sem saber quem era o gajo e descobriu dp que era um moço que tinha estado numa loja de pc’s onde ele tinha ido. Esta malta aqui fixa bem as caras das pessoas e se nos virem nos dias seguintes lembram-se logo de nós, isto é sem dúvida algo engraçado, não sabemos se é por sermos estrangeiros ou se é mesmo qualidade deste povo.
Bem, já para o fim da noite (cerca das 4h da manhã) estando nós todos rotos, devo dizer que eu e o alentejano demos um show na dança, quem nos conhece sabe como é aquela bela dança. O nosso amigo Jorge, um moço q conhecemos lá e que fala espanhol mto bem, diz-nos que há um after hours bom e k devíamos ir com ele para lá, naquela altura e apesar e estarmos cansados não hesitamos um segundo e fomos com ele. Fizemos a viagem num táxi com 6 pessoas pq entretanto veio outro rapaz que tínhamos conhecido no Tequilla, rumo ao Cocoon. Ora pois bem, aquilo era mesmo um after hours, uma discoteca tb mto à frente mas com um som daqueles q só martela o cérebro, bebemos novamente umas vodkas, eu devo dizer que a minha era vodka pura e mesmo com sumo parecia álcool, e ao fim de uma hora decidimos vir para casa que aquele sítio era muito forte para nós. Novamente só tinha mulheres bonitas e os homens tinham cara de manfios, tudo malta de dinheiro mas que gosta de cenas muito à frente! Houve lá uma cena que eu devo referir aqui pois o Ricardo diz que eu só falo deles aqui, um dos gajos q foi connosco perguntou ao Ricardo se eu era namorada de um deles ao qual ele respondeu que n e que eu estava sozinha, conclusão tive de o ouvir o resto do tempo a dizer que o gajo se queria meter cmg… enfim, conversas normais para quem nos conhece!!!!!!!!!!!
Saímos do Cocoon e onde supostamente deviam estar táxis n estavam, então viemos a pé até encontrar um, devo dizer q a disco fica num sítio isolado do centro da cidade então e pq era tarde e estávamos sozinhos, o Ricardo decidiu pegar num pau para o caso d aparecer alguém que nos quisesse dar umas mocadas, ele defendia-se. Com a brincadeira mandou um escorreguete, pois apesar de já n nevar desde 3ª, ainda há muito gelo por estas bandas… Como já era tarde e a noite tinha sido longa n poderíamos ir para casa sem traçar alguma coisinha, então apanhamos um táxi com direcção ao Mac donald’s onde comemos uns hamburguers que nos souberam aquela hora (6h e tal da manhã) a bifes. Passou-se assim a primeira noite à moda dos tugas por esta terra, deitar à hora em que o sol já está a romper no céu é sem dúvida uma característica muito portuguesa…

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Primeira ida a uma discoteca!!!

Ao quarto dia de permanência nesta bela cidade, já nos sentíamos um pouco mais adaptados, já tínhamos estabelecido uns contactos com pessoas daqui e já tínhamos a nossa bela casinha. Durante a manhã dirigimo-nos à escola para por fim conhecer o responsável pelos Erasmus, entramos na secretaria e aí tivemos logo uma boa peripécia, o alentejano perguntou pelo prof. à mulher da secretaria, uma das poucas pessoas antipáticas que já encontramos, para quem conhece é semelhante à Dona Piedade da secretaria da Esac. Ela começou logo a responder mal, ele como é tuga e n tem meias medidas mandou umas caralhadas ao ar e saiu… Isto assim é bom, nós podemos n perceber nda do que eles dizem mas eles tb n percebem o que dizemos, conclusão pode-se dizer umas asneiradas, mandar umas caralhadas e sorrir que as pessoas pensam que tamos a falar bem, só espero é k qq dia destes n nos apareça alguém que perceba português, ai tá o caldo entornado de certeza. Mas seguindo, encontramos o prof. e falamos com ele sobre o nosso plano de estudos, avisou-nos logo q havia aulas às quais n nos safaríamos pq os prof’s só falam romeno e mandou-nos voltar no sábado para ver bem o que se poderia fazer. Uma coisa é certa pôs-nos à vontade e deu-nos logo a entender que seria com facilidade que faríamos as disciplinas, pois pq apesar de n parecer tb viemos para aqui para aprender qq coisa e fazer umas cadeiras se não os nossos paizinhos mandam-nos trabalhar, é que como o meu pai diz na minha casa “n há pão para malucos”, ou então como diz o Ricardo, “n há cona para cavalos” (ordinarices…).
Passámos então a tarde no Sallon na net wireless, que é uma coisa boa que há por aqui para quem n tem internet, vai-se pró café bebe-se uma aguinha pra n gastar mto dinheiro e está-la lá a navegar completamente à pala. Ao fim da tarde regressamos a casa e desta vez a viagem foi mto interessante para os meninos pois apanhámos um táxi conduzido por uma mulher com boa pinta, o alentejano e o Ricardo mais uma vez meteram-se na conversa com ela, que quase nda percebia de inglês mas ia-se rindo de td o que diziam. O que é certo é q a moça foi mto simpática e até nos deu o nº de telemóvel para ligar sp que fosse preciso. Estou mesmo a ver a cena, daqui pra frente sp que n houver transporte vai-se fazer aquele telefonema à Andreiia taxista… ahahahahahahah
De regresso a casa fomos fazer as nossas primeiras compras para casa, aquelas coisas indispensáveis que qq pessoa deve ter em casa, deve-se dizer q é complicado fazer compras qd n se percebe nada do que está escrito nas embalagens apenas nos podemos guiar pelas imagens dos produtos. Voltámos para casa supostamente para fazer o primeiro repasto, mas contrariamente ao previsto e visto já ser tarde (8h da noite, que aqui já é hora de ir prós bares) decidimos que merecíamos um bom jantar para festejar as coisas boas que andavam a acontecer, seguimos indicações de um taxista e fomos jantar a um bom restaurante. Seguimos depois para o Sallon beber uns copos, ou melhor umas cervejas e dp decidimos ir à discoteca que toda a gente falava, Tequilla Bowling.
Bem, o que aconteceu lá não tem qq explicação e tenho a certeza que nem que vivesse 100 anos em Portugal via uma coisa assim. Mas antes de passar a essa parte convém dizer umas coisinhas, a disco assim como a maioria dos bares daqui é mto boa, tem boas condições, é um espaço grande com óptimo aspecto, e tem uma música muito, mas muito boa, o que já começa a ser habitual para os nossos ouvidos. Bebemos uns copos e dançamos um bocado, até que o alentejano se chega ao pé de nós a dizer que já estava ali alto filme montado, leva-nos para ao pé de umas gajas e apresentou-nos, elas todas simpáticas lá dançavam umas com as outras, e uma delas sempre de volta do alentejano a dançar com ele, até que de repente eu olho e vejo-a aos beijos com a amiga. Daqui para a frente, foi um autêntico filme, duas delas sobem pró balcão começam a despir as camisolas, e a comerem-se, juntamente com garrafas de vodka a jorrar pelos corpos, e tiravam mais roupa e comiam-se e sei lá mais o quê, autêntica cena de filme. Toda a disco parou para ver aquele show, nós completamente estupefactos e o pessoal todo a rir… Oh my good, mas que mentes avançadas existem neste pais, soubemos depois que o Dj tinha propôs-to um concurso, mas mesmo que n tivesse proposto diz-se por aqui que é algo normal assistir a cenas como estas. Umas das gajas passou a noite a tirar a camisola para tirar fotos com gajos a mostrar as belas das mamocas, se eu tivesse levado a máquina fotográfica tenho a certeza q tirava umas belas fotos dela com os meninos, mas certamente ainda vamos poder assistir a outra cena destas noutra altura. Esta foi sem dúvida uma noite de grandes acontecimentos, e o que é certo é q a discoteca é muito boa, e tem gente bonita, mulheres que já não é novidade e homens, mas com pinta de gigolôs… Neste momento tenho uma coisa presente esta cidade é muito avançada, a nível de mentalidade então mete qq cidade portuguesa num bolso aqui toda a gente se mete com toda a gente e não há cá problemas nem chatices é td muito liberal o que até agora nos tem parecido bastante bom. Estamos sem dúvida a gostar desta vida, também só um tolinho é que n gostaria disto...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Finalmente uma casa…







Este foi sem dúvida o dia mais feliz desde a nossa chegada a Din Brasov , pois finalmente conseguimos alugar um apartamento… Novamente tivemos uma manhã cansativa e bastante desmotivante pois todos as procuras davam em nada, mas eis que após voltarmos à agência do gajo do “I say it, i do it”, eles nos deram boas noticias pois tinham 2 apartamentos para vermos e caso gostássemos poderíamos mudar-nos pra lá no próprio dia. Lá fomos ver um deles como o agora nosso amigo Adrien. Ficava longe do centro onde se situa a faculdade mas como estávamos desesperados por arranjar um tecto n hesitámos um segundo em ir ver a casa. Qual não é a nossa admiração qd ao chegar à entrada do prédio nos aparece um cota de gabardine preta e chapéu com alta pinta de homem da máfia italiana, o mais engraçado é q ele é mesmo italiano, Don Raffaelo o nosso daquele que viria a ser o nosso actual senhorio. Este nome foi dado pelo Ricardão, disse que logo que venerava bué a cota e que queria ter um chapéu como o dele. Entramos no prédio e fomos ver a casa, gostámos imenso, tinha aquilo que queríamos apesar de ser longe, mesmo assim ainda ficamos a pensar melhor e optámos por ir ver a outra. Com isto td voltámos à pensão para pedir que nos guardassem as malas até ao fim da tarde pois queríamos mudar para uma das casas nesse dia! Voltámos a encontrar o nosso amigo Adrien, e fomos ver a outra casa, também era fixe mas ainda ficava mais longe, então concordámos em ficar na casa do italiano com pinta de mafioso e que segundo o alentejano qualquer noite destas qd chegarmos a casa e está à nossa espera para nos matar e dp aparecemos todos na banheira com os pescoços cortados, este menino tem cá umas ideias, só filmes naquela cabeça! Tínhamos então de pagar rendas ao senhorio e para tal ocorreu-nos um big problem, não conseguíamos levantar dinheiro suficiente nas caixas multibanco e muito menos num balcão pois aqui n há nenhum banco português… Mas como este pessoal aqui até confia bastante nas pessoas concordou-se que poderíamos ir para casa pagando apenas metade da renda e a outra metade no dia seguinte. Devo dizer que apesar de estes contratempos todos sentimos uma lufada de ar fresco pois finalmente tínhamos uma casa, acabava-se aqui um problema e poderíamos agora festejar! Pronto já se está mesmo a ver o que aconteceu depois, jantarzinho num restaurante todo pintas, e noite a beber cervejas no Sallon, um dos nossos poisos diários… aqui surge um acontecimento que deve ser mencionado pois certamente foi o nosso primeiro contacto com gente daqui (gajas, tá claro que eu ando aqui perdida no meio de dois homens e como se sabe n tenho opção) Os moços começaram a meter conversa com uma gajas k tavam na mesa atrás da nossa e acabamos a noite no andar de baixo do Sallon, onde existe uma pista de dança com imensos varões e gajas a dançar neles, a curtir bué! Bem, mas como eu gosto de meter nojo tenho de dizer que elas eram 4, duas das quais típicas sereias (metade mulher, metade baleia) uma loira com pinta e uma morena toda estúpida, só queriam dançar e beber tinto. Após varias peripécias entre as quais uma das gordas se meter a dançar pró Ricardão e ficar toda raivosa pk ele n lhe tava a dar bola mas sim à amiga, a melhorzita vira-se para mim e diz que eu devia ir dançar para o varão, que ela própria n sabia dançar mas sempre que estava no varão ta dançar se sentia bem e que naquele momento tava com um felling de que eu devia ir pra lá. Está-se mesmo a ver que eu n fui pra lá a não ser para a bela da foto de recordação. Com isto todo e após umas cervejas bebidas e umas risotas valentes à custa das gajas regressamos À nossa casinha para a 1ª noite de descanso no lar doce lar…

domingo, 24 de fevereiro de 2008

A procura de uma casa!!!


Após a 1ª noite de descanso em terras romenas lá nos levantámos cedinho para procurar casa, o pequeno-almoço da pensão foi assim uma coisinha esquisita, queijo, ovos cozidos e salame acompanhado por um café tipo água de lavar copos… Após este repasto nada tradicional, fomos à escola procurar o professor responsável pelos Erasmus mas não o encontramos o alentejano falou com ele por telefone após uma senhora “simpática” da secretaria estabelecer a ligação, conclusão nada feito, só poderia encontrar-se connosco na 5ª feira.
Começamos então a correr as agências imobiliárias à procura de uma casinha, mas logo começamos a ver que iria ser um bocado difícil encontrar algo ao preço que queríamos, o Ricardo lá ia dizendo preços e os agentes retorquiam logo que seria impossível pois àquele preço provavelmente n arranjaríamos nada... andámos de porta em porta À procura de um apartamento e eis que numa das agências nos aparece um gajo que disse logo q arranjava algo, típico vendedor vira-se para nós e diz “ If i say it, i do it”, uma restia de esperança pairou sobre as nossa cabeças, pensando que já tínhamos encontrado o tão desejado lar. Marcou-se um ida ao apartamento e após alguns minutos de espera chega uma moça à agência para nos levar ao apartamento, Raluca era mais uma das mtas moças bonitas que andam por estas bandas, escusado será dizer que os meninos começaram logo a bater mal… Chegámos ao apartamento, e qd se abriu a porta, meus deus, ficamos logo enjoados, parecia que estava alguém morto lá dentro, as condições nem eram más mas o dono começou logo a bater mal pq nós só queríamos alugar por 5 meses, então a Raluca disse que tínhamos de ir embora, voltamos a entrar no carro do agente rumo à agência e ai eles diz-nos que o cheiro da casa era pq o antigo habitante tinha deixado um pedaço de carne no frigo por imenso tempo. Entretanto e durante a viagem de retorno à agência os meninos começaram logo a estabelecer contacto com o rapaz, a perguntar por discos, bares, enfim aqueles locais de diversão q qq estudante q se preze adora frequentar. Convém aqui referir uma coisa interessante, todos os carros, quer táxis, quer de agentes imobiliários onde andámos até este momento tem alto som, aqui há rádios de topo, qual vinyl fm, qual cidade fm, a música aqui é de grande qualidade, sem dúvida é já um ponto a favor. Bem, já um bocado desorientados e sem saber o que fazer, fomos bater a outra agência e marcamos novo encontro para ver uma casa. A mesma era sem dúvida perfeita mas situava-se a 3km do centro, o que para nós era complicado pois teríamos d andar em n sei qtos autocarros e táxis para ir até à faculdade. Conclusão, um dia inteiro a bater perna, e nada encontrado… Pode-se dizer q nesta altura estávamos mto, mas mto desorientados e aflitos, aquilo que pensávamos ser fácil estava na realidade a ser um bico-de-obra. Lá voltamos de novo à pensão onde tivemos de permanecer por mais uma noite e decidimos que na 5ª feira teríamos de encontrar algo nem que para isso tivéssemos de aumentar o plafon de renda… O jantar foi na pizzaria do 1º dia e dp fomos procurando uns bares porreiros para beber uns copos, aterramos no Sallon, um dos mtos bares que existem nesta cidade e onde bebemos umas cervejas, desta vez e para vairiar um pouco provamos uma de nome Ursus, mto boa por sinal. Entretanto e talvez por verem que somos estrangeiros um dos empregados propôs-nos experimentar um shot típico. Meu deus do céu aquilo é bagaço puro mas com uma essência de n sei bem o quê, mas pronto como quem n sabe é como quem n vê, para próxima vez que nos oferecerem Pălincă decididamente já n aceitamos. Neste momento já sabemos dizer qualquer coisa em romeno, pois compramos um guia de Romeno/Português mas são basicamente aquelas palavras q toda a gente aprende, obrigada (mersi), bom dia (Buna ziua), boa noite (buna seara) e claro os moços tiveram de aprender a dizer bonita ( fuorte frumoasa) e beijinhos (pupici). Eles continuam estupefactos com a beleza das romenas e eu já posso dizer que vi dois homens com pinta…


sábado, 23 de fevereiro de 2008

Eis que começa a grande aventura das nossas vidas…




















E td começou a 18 de Fevereiro qd partimos rumo a Braşov, uma viagem realmente com ptos altos! Primeiro, após uma despedida calorosa dos pais e amigos q nos acompanharam ao aeroporto de Lisboa (obrigada Zé, Joana e Jp, vocês foram uns amores) lá nos dirigimos à porta de embarque e logo ai reparámos q num meio de umas 50 pessoas devíamos ser os pcos com bom aspecto, so malta mal encarada para embarcar connosco. Passada essa 1ª impressão eis q entramos no avião q mais parecia um passarito da segunda guerra mundial, pequeno e com aspecto de q cairia a qq instante. Levantamos voo e aí começou a mnh pior viagem de avião, la dentro estava 1 calor dos diabos, apanhamos mta trepidação e cda vex q o piloto ou as hospedeiras falamos tivemos noção q n iríamos perceber um cagajézimo da língua q teremos de ouvir durante 5 meses. Bem, mas como somos tugas e n podemos deixar de o ser para combater estes stresses todos mandamos vir uma cervejinha pra cada um na espectativa de nos acalmarmos, mas n aconteceu, a mim só me deu dores de cabeça! Após 4 horas sem conseguir pregar olho começámos a sobrevoar Bucareste, assim vista do ar ate parece uma gd cidade, mas esta ideia desfaz-se logo após a saída do avião e a entrada no aeroporto. Meus deus do céu nem sei se posso chamar aquilo um aeroporto, a estação de Coimbra B é 1000x “mais melhor boa”, tem uma sala de inspecção fronteiriça, e dp uma outro q parecia um buraco todo velha, enfim… valeu-nos uma rapariga portuguesa q ajudou a trocar dinheiro e a apanhar um táxi rumo à estação de comboios. Como fomos carregadinhos de malas tivemos de ir em 2 taxis, eu e o alenta num e o Ricardão noutro. Foi uma viagem alucinante, aquela gente e tolinha a conduzir sp a rasgar no meio de um trânsito infernal, deve-se dizer q a esta altura eram 7h da manha e k segundo dizem n apanhamos a pior hora. Daquilo q vi entre o aeroporto e a estação n há descrição possível para o caos q é a cidade, caros tdos a cair de podres, prédios destruídos, o submundo tal e qual como vemos nos filmes da guerra. Sem dúvida que foi um choque e dos grandes! Mas como a vida é feita disto mesmo, fomos comprar o bilhete de comboio pra Braşov e comer qq coisa que o estômago já estava sem nda à mtas horas… Ah, esqueci-me de referir q enquanto esperávamos a hora do comboio partir o alentejano teve uma vontade súbdita de evacuar as suas necessidades e foi àquilo a que eles coitadinhos chamam de wc, só quem visse a cara do moço é q perceberia o qto enojado ele saiu de lá, parece q o cheiro era a merda literalmente e havia uma senhora À porta a vender bocadinhos “piqueninos” de papel para os homens se limparem, portanto quer se sujassem mto ou pco a quantidade de papel era a mesma, daí provavelmente o tão insuportável cheiro!
Chegou-se a hora da partida e lá fui eu novamente com a csa às costas para o comboio, logo ai fomos surrados por uma gajo q viu k éramos estrangeiros e se ofereceu para nos colocar as malas num bom sitio e no fim queria surrar-nos 40 Lei (= cerca de 11€), eu e o alentejano feitos patos demos 10 lei cada um e o Ricardão como é um agarrado deu 2€ ao gajo k ficou meio lixado mas n teve outra hipótese. A viagem até Braşov fez-se bem, mas a paisagem q víamos era td menos o q esperávamos, aldeias ou vilas sei lá eu, com casas meias construídas meias destruídas, estradas de terra… houve porém uma coisa boa, enqto viajávamos, começou a nevar, já tava td cobertinho de branco mas ver nevar a sério tem outro sentido, sem dúvida é uma coisa linda de se assistir…
Ao fim de 2h de viagem chegamos finalmente e após quase 12h de sairmos do nosso Portugal à tão esperada cidade de Braşov. Reparámos logo q esta n é uma cidade em nada semelhante a Bucareste, para bem dos nossos pecados.
O que se passou de seguida foi um dos mtos acontecimentos alucinantes q tenho a certeza que ainda nos irão acontecer por estas bandas. Fomos abordados por um velhote q parecia taxista e no inglês dele se disponibilizou a levar-nos para a sua pensão onde iríamos ficar alojados visto n termos ainda um local onde permanecer. Radu de seu nome, pareceu-nos boa pessoa, n pelo aspecto q ai n se pode caracterizar ninguém nesta terra, mas pq deu a entender que tinha quartos pra alugar a turistas e outros q tais. Entrámos no carro dele e seguimos pensando nós, em direcção À sua pensão, ai é que nos enganámos e bem, o q ele tinha supostamente para alugar eram dois quartos na casa dele, entramos por um portão tipíco de armazem e dai para uma casa que em nada se assemelha a uma pensão. Quando ele abriu a porta eu como mulher fiquei logo desorientada e a pensar,”Meu deus se todas casas forem assim eu quero voltar já para minha casinha amarela em Coimbra!” mesmo assim e pk estamos num pais diferente onde n conhecemos as pessoas n dissemos nda e entramos, o homem lá nos mostrou os quartos, onde eu n dormia nem k me pagassem biliões de euros e propôs-se a ir trocar dinheiro com o Ricardo ao centro da cidade. Conclusão fiquei eu e o alentejano sozinhos naquele bunker e ai decidimos logo q tínhamos de sair dali o mais depressa possível, tivemos de inventar alta peta para ligar ao Ricardo a pedir q voltassem para lá mas o Ricardo n atendia, o alentejano já fazia filmes que o homem o tinha roubado q ia entrar pela casa com uma caçadeira e matar-nos, td coisinhas apelativas à situação. Ao fim de algum tempo e após contactar o Ricardo conseguimos livrar-nos do “nosso amigo” Radu e ficamos em pleno centro da cidade debaixo de um nevão com as malas a decidir onde iríamos acampar… Casa Kermany foi o q arranjamos e q sem duvida era um luxo, ate pequeno-almoço no quarto havia direito. Com isto td já eram umas 3h da tarde e nos sem comer, dirigimo-nos a uma pizzaria q é o k há mais a seguir a casa de pasta italiana e almoçamos à grande c direito a uma garrafinha de vinho, q para quem conhece este trio sabe que é essencial À nossa subsistência beber um vinho, ou uma cerveja À refeição, fora dela, entre ela, ou seja sempre! Ainda tivemos tempo para ir conhecer a escola, que para mim n pareceu nda de jeito em termos de condições, mas que apesar disso esta situada num local bastante bonito, e tb n se pode exigir luxos a quem n os pode dar… e para dar a 1ª volta de reconhecimento do local.
Disto td fica uma coisa que não se pode deixar de referir, o alentejano e o Ricardo estão a delirar com as mulheres romenas, dizem q são lindas e boas, o alentejano já ficou com o coração gelado, segundo ele, com uma q tinhas uns olhos azuis completamente indescritíveis. Os homens do q já vi de uma escala de 0 a 10 são -5, vamos ver se será mesmo assim… Ah e tb concluímos que isto aqui n é realmente tão ou mais barato q em Portugal. Se nos faltar o dinheiro sabe-se que os ponho aqui a fazer de gigolôs para senhoras maiores de 50 anos…
A língua é bastante incompreensível, vale estes meninos a falar inglês q deve ser a 2ª língua aqui, mas pronto com esforço vamos esperar q dê resultados.
Estas primeiras 24h foram sem dúvida cansativas mas ficámos sem duvida plenamente contentes pois a cidade é Linda, tem óptimo aspecto e em nada mesmo nda se pode comparar ao submundo da capital. Acabámos a noite a beber uma cerveja Silva, meio litro por 1€, completamente estoirados mas felizes acima de td pois a nossa gd aventura tinha finalmente começado.