E td começou a 18 de Fevereiro qd partimos rumo a Braşov, uma viagem realmente com ptos altos! Primeiro, após uma despedida calorosa dos pais e amigos q nos acompanharam ao aeroporto de Lisboa (obrigada Zé, Joana e Jp, vocês foram uns amores) lá nos dirigimos à porta de embarque e logo ai reparámos q num meio de umas 50 pessoas devíamos ser os pcos com bom aspecto, so malta mal encarada para embarcar connosco. Passada essa 1ª impressão eis q entramos no avião q mais parecia um passarito da segunda guerra mundial, pequeno e com aspecto de q cairia a qq instante. Levantamos voo e aí começou a mnh pior viagem de avião, la dentro estava 1 calor dos diabos, apanhamos mta trepidação e cda vex q o piloto ou as hospedeiras falamos tivemos noção q n iríamos perceber um cagajézimo da língua q teremos de ouvir durante 5 meses. Bem, mas como somos tugas e n podemos deixar de o ser para combater estes stresses todos mandamos vir uma cervejinha pra cada um na espectativa de nos acalmarmos, mas n aconteceu, a mim só me deu dores de cabeça! Após 4 horas sem conseguir pregar olho começámos a sobrevoar Bucareste, assim vista do ar ate parece uma gd cidade, mas esta ideia desfaz-se logo após a saída do avião e a entrada no aeroporto. Meus deus do céu nem sei se posso chamar aquilo um aeroporto, a estação de Coimbra B é 1000x “mais melhor boa”, tem uma sala de inspecção fronteiriça, e dp uma outro q parecia um buraco todo velha, enfim… valeu-nos uma rapariga portuguesa q ajudou a trocar dinheiro e a apanhar um táxi rumo à estação de comboios. Como fomos carregadinhos de malas tivemos de ir em 2 taxis, eu e o alenta num e o Ricardão noutro. Foi uma viagem alucinante, aquela gente e tolinha a conduzir sp a rasgar no meio de um trânsito infernal, deve-se dizer q a esta altura eram 7h da manha e k segundo dizem n apanhamos a pior hora. Daquilo q vi entre o aeroporto e a estação n há descrição possível para o caos q é a cidade, caros tdos a cair de podres, prédios destruídos, o submundo tal e qual como vemos nos filmes da guerra. Sem dúvida que foi um choque e dos grandes! Mas como a vida é feita disto mesmo, fomos comprar o bilhete de comboio pra Braşov e comer qq coisa que o estômago já estava sem nda à mtas horas… Ah, esqueci-me de referir q enquanto esperávamos a hora do comboio partir o alentejano teve uma vontade súbdita de evacuar as suas necessidades e foi àquilo a que eles coitadinhos chamam de wc, só quem visse a cara do moço é q perceberia o qto enojado ele saiu de lá, parece q o cheiro era a merda literalmente e havia uma senhora À porta a vender bocadinhos “piqueninos” de papel para os homens se limparem, portanto quer se sujassem mto ou pco a quantidade de papel era a mesma, daí provavelmente o tão insuportável cheiro!
Chegou-se a hora da partida e lá fui eu novamente com a csa às costas para o comboio, logo ai fomos surrados por uma gajo q viu k éramos estrangeiros e se ofereceu para nos colocar as malas num bom sitio e no fim queria surrar-nos 40 Lei (= cerca de 11€), eu e o alentejano feitos patos demos 10 lei cada um e o Ricardão como é um agarrado deu 2€ ao gajo k ficou meio lixado mas n teve outra hipótese. A viagem até Braşov fez-se bem, mas a paisagem q víamos era td menos o q esperávamos, aldeias ou vilas sei lá eu, com casas meias construídas meias destruídas, estradas de terra… houve porém uma coisa boa, enqto viajávamos, começou a nevar, já tava td cobertinho de branco mas ver nevar a sério tem outro sentido, sem dúvida é uma coisa linda de se assistir…
Ao fim de 2h de viagem chegamos finalmente e após quase 12h de sairmos do nosso Portugal à tão esperada cidade de Braşov. Reparámos logo q esta n é uma cidade em nada semelhante a Bucareste, para bem dos nossos pecados.
O que se passou de seguida foi um dos mtos acontecimentos alucinantes q tenho a certeza que ainda nos irão acontecer por estas bandas. Fomos abordados por um velhote q parecia taxista e no inglês dele se disponibilizou a levar-nos para a sua pensão onde iríamos ficar alojados visto n termos ainda um local onde permanecer. Radu de seu nome, pareceu-nos boa pessoa, n pelo aspecto q ai n se pode caracterizar ninguém nesta terra, mas pq deu a entender que tinha quartos pra alugar a turistas e outros q tais. Entrámos no carro dele e seguimos pensando nós, em direcção À sua pensão, ai é que nos enganámos e bem, o q ele tinha supostamente para alugar eram dois quartos na casa dele, entramos por um portão tipíco de armazem e dai para uma casa que em nada se assemelha a uma pensão. Quando ele abriu a porta eu como mulher fiquei logo desorientada e a pensar,”Meu deus se todas casas forem assim eu quero voltar já para minha casinha amarela em Coimbra!” mesmo assim e pk estamos num pais diferente onde n conhecemos as pessoas n dissemos nda e entramos, o homem lá nos mostrou os quartos, onde eu n dormia nem k me pagassem biliões de euros e propôs-se a ir trocar dinheiro com o Ricardo ao centro da cidade. Conclusão fiquei eu e o alentejano sozinhos naquele bunker e ai decidimos logo q tínhamos de sair dali o mais depressa possível, tivemos de inventar alta peta para ligar ao Ricardo a pedir q voltassem para lá mas o Ricardo n atendia, o alentejano já fazia filmes que o homem o tinha roubado q ia entrar pela casa com uma caçadeira e matar-nos, td coisinhas apelativas à situação. Ao fim de algum tempo e após contactar o Ricardo conseguimos livrar-nos do “nosso amigo” Radu e ficamos em pleno centro da cidade debaixo de um nevão com as malas a decidir onde iríamos acampar… Casa Kermany foi o q arranjamos e q sem duvida era um luxo, ate pequeno-almoço no quarto havia direito. Com isto td já eram umas 3h da tarde e nos sem comer, dirigimo-nos a uma pizzaria q é o k há mais a seguir a casa de pasta italiana e almoçamos à grande c direito a uma garrafinha de vinho, q para quem conhece este trio sabe que é essencial À nossa subsistência beber um vinho, ou uma cerveja À refeição, fora dela, entre ela, ou seja sempre! Ainda tivemos tempo para ir conhecer a escola, que para mim n pareceu nda de jeito em termos de condições, mas que apesar disso esta situada num local bastante bonito, e tb n se pode exigir luxos a quem n os pode dar… e para dar a 1ª volta de reconhecimento do local.
Disto td fica uma coisa que não se pode deixar de referir, o alentejano e o Ricardo estão a delirar com as mulheres romenas, dizem q são lindas e boas, o alentejano já ficou com o coração gelado, segundo ele, com uma q tinhas uns olhos azuis completamente indescritíveis. Os homens do q já vi de uma escala de 0 a 10 são -5, vamos ver se será mesmo assim… Ah e tb concluímos que isto aqui n é realmente tão ou mais barato q em Portugal. Se nos faltar o dinheiro sabe-se que os ponho aqui a fazer de gigolôs para senhoras maiores de 50 anos…
A língua é bastante incompreensível, vale estes meninos a falar inglês q deve ser a 2ª língua aqui, mas pronto com esforço vamos esperar q dê resultados.
Estas primeiras 24h foram sem dúvida cansativas mas ficámos sem duvida plenamente contentes pois a cidade é Linda, tem óptimo aspecto e em nada mesmo nda se pode comparar ao submundo da capital. Acabámos a noite a beber uma cerveja Silva, meio litro por 1€, completamente estoirados mas felizes acima de td pois a nossa gd aventura tinha finalmente começado.
3 comentários:
A aventura que começou será certamente uma das grandes aventuras da vossa vida... do erasmus trazemos muito mais que cadeiras feitas fora... isso é o menos... trazemos amigos para a vida, uma mente aberta a coisas para que muito dificilmente se abriria, a certeza de que o somos nós e a nossa circunstância quem dita o que vivemos... Com o erasmus aprendemos a conhecer-nos, principalmente quando pensarmos que estamos perdidos... Com o erasmus aprendemos o mundo, ou, pelo menos, que há mais mundo para além do nosso mundinho... Vive cada dia como uma aventura irrepetível... porque é mesmo irrepetível... e inesquecível...
Já saudades,
Rita*
Ò pá essas cenas devem ter sido de morte, até prece que tou a ver...
A Olguinha a escrever assim eu vejo tudo e até faço uns filmes, muito bom a sério continua a mandar ai esses bitaites :)
Quanto ao resto, tipo poemas e cenas assim acho que ficou tudo dito naquele belo jantar "tripla de 4" o importante agora é vocês irem contando essas aventuras para nós as vivermos aqui também...
Ah...e Ricardão e Alentejano já sabem como é, não é preciso dizer mais nada pois não??;)qualquer coisinha é só dizer
Tudo de bom tá?
Aproveitem e divirtam-se...
Fiquem bem meus amigos...
Bem e apenas passaram uns dias!
O que eu tenho a dizer é o q eu não me farto: TIREM FOTOS!
LOL!
Alenta e Ricardo tá de serem responsaveis e arranjar aí bons conects!
Olguinha aquele beijo do amante!
Kurtam e Fazem cadeiras se faxóvôr!
Vocês são um tema sempre em alta no programa melhor do FM estérico!
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